Se você está lendo este texto e é homem, é bom se preparar: existem 50% de chances de você ter algum grau de calvície em sua vida (se é que já não tem). E não tente dizer que não liga para isso. Até o marmanjo mais desencanado do mundo fica preocupado ao encontrar os primeiros fios de cabelo soltos no travesseiro, no computador ou ao se deparar no espelho com aquela entrada acima da testa onde antes existia uma vasta cabeleira. Mas será que a calvície está com os dias contados?

Mesmo com os milhares de anos de queda de cabelos, a ciência só agora avançou no assunto. O grande problema: depois que um fio cai é muito mais complicado fazê-lo voltar. Se antes os tratamentos giravam em torno apenas de cremes, xampus e comprimidos de finasterida que você deveria tomar a vida inteira para previnir, agora as opções são inúmeras.

Um grande avanço tecnológico está no diagnóstico da calvície – o que ajuda a saber qual é exatamente a causa da queda e a melhor forma de tratá-la. Scanner de couro cabeludo e microscopia eletrônica do bulbo permitem detectar inflamações, seborreia, circulação do sangue e até avaliar a matriz celular do fio. E tem diagnóstico até para quem não é careca. O Hairdx é um teste de DNA capaz de saber se você sofrerá de calvície e tem um índice de acerto de até 80%.

Os tratamentos também estão mais modernos. Entre as novidades estão o laser de baixa penetração (para multiplicar o crescimento dos fios), a eletroestimulação (choquinhos capazes de interromper a queda) e até a intradermoterapia – microagulhas que abrem pequenos canais no couro cabeludo.

Agora, se a telha aí em cima já está preocupante, a solução é realizar implantes de cabelo ou apelar para a peruca (por favor, não faça isso, a gente tá brincando). Hoje, um dos métodos mais modernos é o transplante folicular coronal: retira-se fios da nuca que depois são lapidados e implantados um a um nos poros da cabeça. Essa complicada cirurgia leva de 6 a 8 horas e pode custar de 10 mil a 20 mil reais. (Continue Lendo…)

Uma famosa música da década de 80 falava “Video Killed The Radio Star” (o vídeo matou a estrela do rádio). Hoje podemos falar que o YouTube matou a MTV – ou pelo menos seu propósito inicial de transmitir clipes. Mas será que parou por aí? Ainda não. Agora os artistas atacam com os clipes interativos em que qualquer um pode enfiar o mouse onde não é chamado. Arcade Fire, Ok GO, Bjork são alguns dos artistas que adotaram a novidade. Agora, o Red Hot Chili Peppers também entrou na onda e lançou sua versão de clipe interativo.

Eis alguns videoclipes que merecem a atenção do seu mouse:

Red Hot Chili Peppers – Look Around

Neste clipe você pode escolher qual integrante da banda pretende acompanhar. É só usar o cursor para ver o que cada um da trupe de Anthony Kieds faz durante o clipe (além de procurar objetos escondidos na tela).


 

Arcade Fire – The Wildness Downtown

Você se lembra do nome da rua onde cresceu? Então clique nesse link, digite o endereço na primeira tela e prepare-se para uma viagem nostálgica ao som de Arcade Fire.
http://www.thewildernessdowntown.com/

Cold War Kids – I’ve Seen Enough

Que tal ter total controle sobre os integrantes de uma banda? Neste clipe esperto do Cold War Kids você pode escolher qual faixa cada um dos membros do grupo vai tocar e, o mais legal, pode clicar em cima de cada integrante para que eles parem de tocar. Aí é só ver como fica a música sem guitarra, baixo ou bateria.
http://coldwarkids.toolprototype.com/

Broken Bells – October

A ideia é bem simples: o movimento do mouse produz um rastro de luz na tela que percorre objetos e algumas psicodelias. Altamente viciante.
http://www.brokenbells.com/october/

Acredite: um mero aperto de mão (ou a falta dele) dominou o noticiário inglês na última semana e acabou por gerar imensas discussões sobre hombridade, caráter e preconceito. Se você não viu, assista no vídeo abaixo:

 

A confusão ocorreu no clássico Manchester United x Liverpool. Depois de passar oito jogos suspenso por um ato de racismo em campo, o atacante uruguaio Luis Suarez, do Liverpool, piorou ainda mais a situação ao recusar o protocolar aperto de mão justo com o jogador com o qual protagonizou o incidente, o franco-senegalês Patrice Evra. O mundo do futebol ficou indignado. “O Liverpool deveria se livrar dele”, afirmou sir Alex Ferguson, técnico do Manchester United.

Na cena da polêmica, é possível ver também um ato de hombridade vindo do veterano inglês Rio Ferdinand. Ao perceber que Suarez havia recusado cumprimentar seu companheiro de equipe, Ferdinand reagiu imediatamente e não aceitou o aperto de mão do uruguaio. “Perdi todo respeito por ele naquele momento”, afirmou o inglês.

Suárez podia simplesmente ter cumprimentado Evra e, como homem, encerrar essa antiga polêmica. Mas seu ato reacendeu toda a discussão em torno do caso. É fato: homens que não reconhecem seus erros os repetem sem parar.

Claro, o uruguaio pode afirmar que não é obrigado a estender a mão para ninguém e que isso não tem nada a ver com racismo. No entanto, o assunto não é tão simples assim.

Já falamos aqui sobre o aperto de mão e sua importância para um homem, mas não custa lembrar. Em um jogo de futebol, o cumprimento não é apenas um sinal de amizade, mas também um sinal de respeito pelo adversário e lealdade em campo. São rivais em campo, mas se respeitam enquanto a bola não rola.

A atitude de Suárez causou revolta até dentro do próprio time. O técnico do Liverpool, os dirigentes do clube e até o patrocinador reprovaram a recusa em cumprimentar Evra. No fim, o uruguaio foi obrigado a divulgar uma nota pedindo desculpas pelo seu ato.

Mas o melhor aconteceu dentro de campo. Mesmo após os insultos e a recusa no aperto de mão, Evra não se enervou e nem tentou descontar sua raiva em violência dentro de campo. Ele esperou o jogo terminar com a vitória para seu time por 2 a 1 para comemorar feito como se fosse campeão de uma Copa do Mundo. Evra dava voltas olímpicas, acenava para a torcida e batia palmas, celebrando não apenas seu time, mas também sua vitória particular contra o racismo.

Em 2010, o jogador inglês Wayne Bridge mostrou caráter ao se recusar a cumprimentar o adversário John Terry que havia tido um caso extraconjugal com sua esposa. Agora, Suarez mostrou falta de caráter ao se recusar a dar a mão e encerrar uma polêmica racista. Atitudes iguais, dignidades diferentes.

A velha guarda sempre defendeu o whisky puro ou, no máximo, com algumas pedrinhas de gelo. Mas o Carnaval está aí para mostrar que o quesito evolução é importante e você pode ser feliz como preferir: atrás do trio elétrico, na frente da praia deserta… Tanto faz, o importante é estar sempre com seu Chivas na mão do jeito que você mais gosta.

E já que Carnaval é época de viajar, descobrir lugares novos, caprichar na fantasia, separamos cinco cocktails com Chivas para você experimentar. Pode ser com os amigos na praia, no esquenta à noite ou com sua garota em uma pousada isolada.

Então abre-alas, que chegou a turma dos drinks com Chivas. Que tal fazer um para cada dia de Carnaval?

Chivas Royale


Suave, refrescante e ideal para dias quentes. É o drink perfeito para mulheres que gostam de boas bebidas, mas não querem sentir o gosto do álcool.

Ingredientes:
Gelo moído
25ml de Chivas 12 anos
40ml de suco de maçã verde
Água com aroma de maçã gaseificada

Misture tudo em uma taça flute, com muito gelo moído. Decore com uma fatia de maçã.

Dica: o Chivas Royale fica 45% melhor quando você está com os pés dentro da piscina. (Continue Lendo…)

São Paulo é repleto de bares para todos os gostos e brindes, mas se a ideia é tomar Chivas, uma boa pedida é o tradicional Charles Edward, no coração do Itaim Bibi. O lugar é um misto de bar nova-iorquino e pub inglês, com uma decoração vintage perfeita para combinar com um copo baixo e duas pedrinhas de gelo. Aliás, ali até a cor da parede reflete o malte do whisky.

Para você ter uma ideia da importância do whisky para eles, o bar guarda mais de mil garrafas do sagrado líquido e, em seu cardápio, oferece mais de 40 rótulos diferentes. A família Chivas está lá presente em todas as idades: 12, 18 e 25 anos. E há ainda a Sala Chivas, um espaço exclusivo para até 45 pessoas. Se você quer jogar poker em uma mesa profissional ou apenas apreciar com tranquilidade sua bebida com os amigos, esse é o lugar.

Bar Charles Edward, no Itaim Bibi

No Charles, também chama a atenção a decoração repleta de itens antigos. Só num lugar como aquele você pode avistar um lustre em art déco de 1928, um guichê de caixa original de uma estação de trem de 1940 ou um caça-níquel de mais de 100 anos. Mas a cereja do bolo é uma antiga vitrine de farmácia do início do século 20 aonde centenas de garrafas estão cuidadosamente guardadas. “A explicação é simples: o whisky é o remédio para o tédio”, justifica Kyko Dias, fundador do bar e um grande apaixonado da bebida.

Há mais de 16 anos, é Kyko quem cuida do Charles Edward e coloca o foco do seu negócio na bebida escocesa. Uma de suas inovações ocorreu no “Clube do Whisky”. A antiga prática de ter uma garrafa no bar com seu nome tem uma versão virtual no Charles. Funciona assim: em vez de você perder o direito pela garrafa depois de um ano como ocorre na maioria dos bares, o Charles transforma sua bebida em uma versão virtual e você pode voltar depois de quanto tempo quiser para tomar as doses restantes que estavam em sua garrafa. Só essa ideia fez o bar ganhar clientes fiéis como os engenheiros de equipes de Fórmula 1 que batem o cartão no Charles a cada temporada. (Continue Lendo…)

Sério, não tem época no Brasil mais aguardada por alguém na casa dos 20 anos do que o Carnaval (pelo menos para mim). É o momento em que ninguém pode reclamar que está faltando festa. Blocos, trios elétricos, baladas, axé, samba, pop, house, tudo junto e misturado ao mesmo tempo.

Se assim como eu, você tá na vibe de cair na folia, encarar poucas horas de sono, conhecer muita gente com o sol na cabeça e Chivas na mão, seja bem-vindo. Nos últimos dias, falei com amigos, pesquisei baladas e inclui minha experiência em viagens para mostrar a vocês  o que vai rolar de melhor nas principais cidades do Carnaval. Agora é só escolher e se esbaldar nas grandes folias do país.

Salvador


Todo brasileiro deveria ao menos uma vez na vida ao Carnaval de Salvador. De preferência, solteiro. Loiras, morenas, ruivas, baianas, gaúchas, gringas… Só não vale agarrar a moça pelo braço ou puxar o cabelo (sério, não mude seus princípios só porque é Carnaval). A dica é ficar hospedado num dos hotéis no fim do circuito Barra-Ondina. Na minha opinião, é o melhor circuito de Salvador e você estará do lado do seu quarto para recarregar as energias no fim dos blocos e antes de encarar a noite nos camarotes.

Me Abraça
Esse bloco fica lotado de turistas e tem como grande a atração o já clássico grupo Asa de Águia. Coloque seu abadá, siga o trio elétrico e aproveite a festa.
http://www.reinodafolia.net/

Camarote Salvador
É sem dúvida o lugar mais badalado no Carnaval baiano e repleto de gente bonita e celebridades. São mais de 1.300 metros quadrados com direito a tudo que você quiser: bebida, comida, salão de beleza (tá, esse último você não vai querer). Todo ano eles trazem nomes de peso da música eletrônica, como Bob Sinclair, Gui Boratto e Erick Morillo.
http://www.camarotesalvador.com.br/ (Continue Lendo…)

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